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6.1.05

A.

Há uma encosta na serra polvilhada de pedras em estilo livre que ao longo dos tempos rebolam até ao lago que lava a clareira ao fundo.
E nasce um monte sobre a água.

Ali escolhe um recanto á sombra e lê.

8 Comments:

Blogger augustoM said...

O nascimento da ilha que possívelmente todos procuramos, mas muito poucos a encontram. A ilha do encanto da vida, onde a utopia é a condição funfamental de existência.
Um abraço. Augusto

2:36 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Adorei as "pedras em estilo livre". Não sei se te reportas a serranias que ambos conhecemos, mas é assim que as vejo também. Prendeu-me o visualismo inesperado da descrição.

Soledade
http://nocturnocomgatos.weblog.com.pt

3:30 da tarde  
Blogger D-Sastre said...

apetece lá ir. quando vamos?
vai VER d-sastre.blogspot.com

6:54 da tarde  
Blogger jorge said...

augusto, tocas sempre em importantes pontos!

soledade, também as serranias essas...

d-sastre, vamos quando quizeres!

abraços.

8:11 da tarde  
Blogger trintapermanente said...

um porto de abrigo

12:21 da tarde  
Blogger pipetobacco said...

{ ... e queremos [nós] [todos] esse refúgio [meio de escapar a; abrigo] © temporal ... }

3:37 da tarde  
Blogger last said...

mau! já começo a chatear-me de novo! :)
não é «á sombra», é «à sombra»
foda-se, pode ser mesquinho da minha parte, mas fico escolhambada quando um tipo que até aprecio ler (por isso é que cá venho) me apareça com estas merdas! À À À
à sombra (=na sombra)
à dias (=dias antes)
à palerma(=como 1 palerma)
há sombra (=existe sombra)
há dias (=existem dias)
há palerma (=existe 1 palerma)

raios, jorge, quando v. cita um poema ou texto, aparece o à bem escrito, quando escreve da sua lavra, escreve á.

faça lá um esforço, homem!

adeusinho

10:55 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Cheguei aqui pelo blog da Laura e perdi-me. Que cantinho delicioso. Gostei muito especialmente deste texto, sente-se o cheiro a fresco e a ternura da paisagem. Beijos :) Carla (papoilas doces).

9:50 da manhã  

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