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28.2.05


bruegel
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25.2.05

noites claras

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A norte vê-se uma velha piscina que ao longe parece decrépita mas que vai retomando formas e cores brilhantes à medida que nos aproximamos, como se recuasse o tempo, até parecer um rasgo intocado por tudo na paisagem.

Quando chegamos à beira da água é um corropio de gente que mergulha e conversa de flute na mão e putos que correm e o fundo é de um azul perfeito profundo. È por aqui que se entra diz-lhe piscando o olho para logo mergulhar e desaparecer na água azul céu.

Passeia um pouco pelos jardins que têm exemplares de todas as plantas tropicais, pequenas cascatas e riachos, pedras a delinear o caminho, um enorme canteiro de rosas impossiveis, pássaros e grandes papagaios de cores berrantes que soltam urros de afirmação da vida.

Conversa aqui e ali com várias personagens de todo o tipo sempre amáveis e algo estranhas, como se todas partilhassem um segredo substância importante e decisivo. Havia uma espécie de verdade remota e familiar que pairava sobre tudo numa calma segura e densa.

Beathe mergulha pouco depois.



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23.2.05

pequenino estreitinho pequenino

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Até hoje só houve uma revolução sexual na História e foi a Igreja que a fez. Antes da Igreja era o deboche absoluto, com regras muito sortidas (...) A nossa obsessão pelo prazer carnal está a destruir a sociedade e a criar a decadência, como criou noutras sociedades.

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joão césar das neves
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22.2.05


w.s.b.
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a re-visitar ...

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as Cidades da Noite Vermelha

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de W. S. Burroughs

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21.2.05

mescal con gusano ou os moinhos ao vento

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no méxico mil e tal policias vão ser obrigados a ler o quixote.

o objectivo é aumentar o seu nivel cultural e melhorar a relação com a população.


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tesourada/destaque

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há mais na vida do que sentir e o destino não existe


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escrito por Prima no Guarda-Factos.


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20.2.05

homem em baião dá murros em urna de voto. justifica-se com injúrias e comentários feitos à sua pessoa.

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thomy keat
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19.2.05

o trabalho foi aquilo que o homem achou de melhor para nada fazer da sua vida

raoul vaneigem
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eugénio de andrade

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Os lábios.
Distante, arrefecida chama.
Não só os lábios, também as estrelas
são distantes.
E os bosques. E as nascentes.
Também as nascentes são distantes.
As nascentes onde os lábios,
onde as estrelas bebem.
Só o deserto é próximo, só
o deserto.
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18.2.05

as palavras que o vento não leva

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16.2.05


sonho febril frio
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tesourada/destaque

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Do tempo de Tudo, do tempo do Corpo


embora eu contemple o lento tempo
em mim ele é veloz


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escrito por Lopo Paradoxo - Limpida Medida.


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14.2.05

viver mata

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esta coisa da falência do corpo (por enquanto passageira - recaída em gripe) tem muito que se lhe diga para quem, como eu, sempre o viu como um meio de ir aos sitios, sentir as coisas, belo instrumento, usa e abusa.

esta perspectiva implica um certo desprezo pelo comum conceito de saúde. o que mata não é fumar, é viver.

no maior respeito pelo corpo dar-lhe abrangentes estímulos contactos e razias parece-me, também a posteriori, óbvio e normal. a própria fragilidade de tudo nos empurra para essa riqueza...

é quando ele se nos falha que sublinha o seu lado de entrave, de obstáculo, um copo que partido corta e não se enche a saciar-nos. esse lado, que sempre está, de ridiculas e pequeninas limitações, de mil dependências e fragilidades, será a barreira para o próximo estado humano: a ultrapassagem, a mais de cento e oitenta e pela direita, do corpo tronco preso.

e agora vou deitar a cabecita na almofada que a febre já chegou e vem maluca.


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13.2.05


helena almeida
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12.2.05

blimunda

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fantástico passeio jantar conversa conversa conversa.

as pessoas que acompanham de pequeninas outras e abrem-lhes para a vida o imaginário e a individualidade criativa numa desformatação rica e poética cumprem um dos principais trabalhos a que qualquer um pode
aspirar.


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11.2.05

mono

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sabe-se lá por que muros saltarás cansado até encontrares a cadeira tua e o descanso vivo de outras conversas.
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10.2.05


basquiat
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9.2.05

mmm...

quando se abusa da máscara e ela se cola à pele é uma segunda cara que surge, falsa, a baralhar o espelho e a vida.
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7.2.05

noites claras

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À volta da mesa redonda de carvalho escuro estavam reunidos convivas vários com pratos de carne e travessas de legumes que fumegavam e jarros de vinho escuro. De vez em quando um erguia a pistola e disparava para o ar a celebrar o encontro e a alegria. O tiro ecoava pelas escarpas e vários bichos paravam a perceber o perigo. Os mais èbrios disparavam várias vezes seguidas pelo que se instalava um silencio de sorrisos e assobios até se poder retomar a conversa numa ansia de sentir o outro e estar ali. As gargalhadas desfaziam-se nas pedras quietas da encosta. Sobre a mesa uma enorme oliveira de azeitonas grandes como ovos fazia sombra ao luar e o cheiro a pólvora agoniava os cães que descansavam inquietos por perto.


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robert flynt
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sumário virtual

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as actualizações nunca nunca páram...

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6.2.05

festa carnaval ginjal

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é bom ver recantos cenários e figurinos com memórias de teatralidades e vivências várias, serem utilizados com uma nova frescura por outras pessoas.
o whisky é que podia ser melhor! ...


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5.2.05

outro grande ...

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... atrazado, ao pipe tobacco da Luz de Tecto.
por destaques, respostas e cores boas e várias...


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um público abraço...

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... ao afonso e ao miguel de A Razão das Coisas,
pelo destaque.

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4.2.05


enki bilal
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recortado de: do mal o menos

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Não se preocupem com o vosso futuro.

Façam, todos os dias, pelo menos uma coisa que vos assuste. Cantem. Não tratem os sentimentos alheios de uma forma irresponsável. Não tolerem quem trate os vossos sentimentos de forma irresponsável. Relaxem.

Não se sintam culpados se não souberem muito bem o que pretendem da vida. A maior parte das pessoas interessantes que conheço não tinham, aos 22 anos, nenhuma ideia do que fariam na vida. E algumas das pessoas interessantes de 40 anos que conheço, ainda não sabem.

Sejam gentis com os vossos joelhos: vocês vão sentir falta quando eles deixarem de funcionar.

Talvez vocês se casem, talvez não; talvez tenham filhos, talvez não; talvez se divorciem aos 40, talvez dancem a conga quando fizerem 75 anos de casados. O que quer que façam, não se orgulhem nem se auto-critiquem demasiado. Todas as vossas escolhas têm 50% de hipóteses de dar certo, assim como as escolhas de toda a gente.

Curtam o vosso corpo da melhor maneira que puderem; não tenham medo dele, ou do que as outras pessoas pensem dele – o vosso corpo é o vosso maior instrumento. Dancem, mesmo que o único lugar que tenham para dançar seja a vossa sala de jantar.

Tenham cuidado com as pessoas que vos dão conselhos, mas sejam pacientes com elas. Conselhos são uma forma de nostalgia. Dar conselhos é uma forma de resgatar o passado que está numa lata de lixo, limpá-lo e esconder as partes feias, reciclando-o por um preço maior do que realmente ele vale
.


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um beijinho ...

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... público à pandora pela paciência e ajuda na luta de pôr música na vida ...

a caixa é rica e generosa !



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3.2.05

gemini saiu de sagitário ...

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bumbut
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1.2.05

voz

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se em teu corpo aprendi
mergulhos e saltos e mapas
corridas conversas palavras
foi de repente que foste um dia
deixando poucos os momentos a pele
curtas as vozes que ouvimos
pequenos os gestos o toque
escuro só nosso e raro
que pérola branca do fundo
surgia por vezes nas ondas
brilhante um brilho novo
e cheios os lábios que beijam
devagar o corpo que dorme
repouso das lutas a dois
grandes que ganhamos sempre
a voar.



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