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1.3.05

Pop

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É dura curiosa e reveladora a fase/mudança em que a utilização da maior parte das pontes diminui radicalmente até quase quase desaparecer.


Parece que de repente servem só se houver predeterminação e escolha exacta.


Vão ficando as que pendem de boas alturas como outras que surgem novas a suspender.


E é lindo o silêncio rico que se segue ao eco.



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8 Comments:

Blogger roque said...

se foi o que entendi... bravo... lololol

12:05 da tarde  
Blogger trintapermanente said...

pontes? não gosto de pontes. ao contrario do que parecem não nos levam de uma margem para outra. mas prendem-nos ao que já passamos.

3:23 da tarde  
Blogger augustoM said...

Estive ausente uma semana mas já voltei.
O teu texto não é nada fácil de compreender. Não sei se entendi ou não a ideia, mas cá vai, se estiver errado desculpa lá.
A mudança só é verdadeira se nós acreditarmos nela, e para ela contribuirmos, caso contrário só há o eco do passado.
Um abraço. Augusto

3:39 da tarde  
Blogger A vizinha do lado said...

O silêncio a seguir ao eco não é mais do que o vazio superlativado. A prova provada e comprovada de que, de repente, alguma coisa parou.

4:14 da tarde  
Blogger mfc said...

E depois da ponte atravessada, resta ainda a ponte para o retorno!
Será o outro lado muito diferente?
Talvez não...

8:21 da tarde  
Blogger Tiago said...

As pontes não têm que ser altas. Têm que ser firmes. O silêncio posterior ao eco tem algo de só, não o encararia como belo; mas, pensando bem, a solidão pode ser bela.

4:34 da manhã  
Blogger musalia said...

a utilização das pontes depende da sua estabilidade...
o silêncio depois do eco, só pode ser rico, ajuda a reflectir...
beijos.

4:41 da tarde  
Blogger vague said...

Gosto de pontes, de silêncio e de ecos (apesar de assustadores).
As pontes unem e levam ao outro, exigem despreendimento e sugerem caminho. Largo, como a vida.
:)

1:41 da manhã  

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