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30.10.05


a ana e o joão galante estão no brasil. beijo transatlântico.
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25.10.05


ao fim desta pipa de anos rever o filme é reparar na importância de pormenores que fogem ás primeiras vezes. uma sombra vermelha na face, uma lágrima presa ao queixo, sempre uma solidão, a impossível conversa. e ecos que surgem, antes ausentes por falta de espaço, do tempo. a mudança ...
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24.10.05


...
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22.10.05

...

ver o jorge coelho, labrego poderoso com influência desmedida daquelas que contribuíram e continuam para o feliz estado das coisas, palerma esperto construtor de teias, num pseudo debate regular com o pacheco pereira, merdices politico partidárias à parte até porque isto não é sobre isso, é um espectáculo daqueles que nos faz perceber em permanente reincidência algo imbecil o poder que o chico esperto ( sempre muito mais chico do que esperto claro e blá blá blá... ) segura no bolso apertado e mesquinho, sem se perceber bem ( serei palerma ! ) donde lhe vem, quando ao lado alguma perspectiva interessada e inteligente parece que só serve para legitimar o atrás referido, a que até parece que se oporia e opõe, imponente e sólido quase q b.


a(s) diferença(s) grita(m) asfixiada(s).


a adega velha de ontem em animada dinâmica com o johnny walker de hoje também não permitem, ruído alto ao fundo, desenvolver mais e melhor, o que pouco seria pedir, este interessante e profícuo assunto, sem merdas de maior me despeço até já e abraço e tal e tal.

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21.10.05

desabafo primaveril na tasca da esquina

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" tenho a mulher em casa de pijama há quinze dias. tenho que arranjar meia hora para a levar a passear... "

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20.10.05

A ...

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beijou-lhe a cara que rocha se abriu, dura a pedra ao toque, curta.

agora já quase partiste, sempre ?

a merda do eterno que fica, chato, pouco.

forte essa fragilidade e alva, palpitante, um pequeno momento.

nas asas voas do avião voas asas.

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17.10.05

ressaca de amor ?

à conta dos fungágás em descascanço nocturno pela casa, tudo a abanar em todo o lado nas assoalhadas, nova gripalhada com febre e dôr no corpo, parecia tempestade doce o contraste do calor de dentro e a corrente de ar, animadote, os dois em dinâmica fuerte, agora aguenta que é pra não seres maluco pois, que seca.
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15.10.05

não

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tempo .

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12.10.05

tá quase tá quase tá quase ! ! !

notícias de porta a abrir para entrar quem quizer a chegar. conversas com ou sem copos e bailaricos vários ...

uma crazy blog night ?

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10.10.05


...
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7.10.05

claro !

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pleno o vislumbre, real.

onda a desenhar, quente.

nos detalhes moras, nos detalhes.

porra que cena, pá !

impossível tal grau de concentração, densidade, riqueza, força. a sede.

a mesma altura, o delicado igual, frágil. sentimento.

se o vento nesses cabelos brinca caio logo, parvo parvo.

um. dois. três. quatro. cinco.

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gu gu, ga ga

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opo st an t eri or, ch at o co m oo s o ut r os, at ét emo se uq uê, p á ! ! !

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4.10.05

anke ou do raro precioso

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realmente talvez haja pouca coisa com a potência desruptiva que tem a merda do amor no seu primeiro estado cristalizado, ainda só pensado e sentido. a tal teoria do prof jorge sobre o desatino que é a aproximação sem o realizar pleno do acontecimento faz sentido, não desse o gajo aulas de literatura até com orgão tonto a acompanhar os poemas. aos anitos que foi e ainda me lembro do careca inteligente com um sorriso.


mas se por detrás de mil véus não há nada, só um esboça com nebulosa intensidade o futuro, merda afinal não. e como a puta, vida, é curta apesar de larga, um gajo diz-se que destas coisas aprende, que a cicatriz faz o mapa do tempo na pele e merdas do género. em tantas as formas do concreto realmente algumas abusam da malta e depois rien, foda-se, ou por outra, só se mostram, vislumbre belo e duro, ciao, pois podias podias cabrão, mas não.


e o tempo a escorrer sempre, seco.

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3.10.05


repost (erwin olaf)
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1.10.05

" JÁ ESTIVEMOS AGORA AQUI ? "

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no lux a meio da palheta, no dance, conversa a meio, mistura.

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