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4.10.05

anke ou do raro precioso

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realmente talvez haja pouca coisa com a potência desruptiva que tem a merda do amor no seu primeiro estado cristalizado, ainda só pensado e sentido. a tal teoria do prof jorge sobre o desatino que é a aproximação sem o realizar pleno do acontecimento faz sentido, não desse o gajo aulas de literatura até com orgão tonto a acompanhar os poemas. aos anitos que foi e ainda me lembro do careca inteligente com um sorriso.


mas se por detrás de mil véus não há nada, só um esboça com nebulosa intensidade o futuro, merda afinal não. e como a puta, vida, é curta apesar de larga, um gajo diz-se que destas coisas aprende, que a cicatriz faz o mapa do tempo na pele e merdas do género. em tantas as formas do concreto realmente algumas abusam da malta e depois rien, foda-se, ou por outra, só se mostram, vislumbre belo e duro, ciao, pois podias podias cabrão, mas não.


e o tempo a escorrer sempre, seco.

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4 Comments:

Blogger augustoM said...

A velha história do fruto proibido ou desconhecido ser o mais desejado. E o desejo, esse desejo é que cristaliza o amor. O desamor vem muitas vezes depois o nós trincarmos, não tem o sabor imaginado no desejo.
Um abraço. Augusto

1:53 da tarde  
Blogger Rita said...

Há no desejo algo de paradoxal.

Mas porque raio é que é muito melhor desejar do que consumar o desejo?

10:25 da tarde  
Blogger maria_arvore said...

O nosso desejo é sempre perfeito porque por nós construído à nossa imagem e semelhança e tão cheios de nós esquecemos de desejar o outro pelo que é e não por aquilo que queremos que seja.

O desejo é um útero. Amor é religião. ;)

8:14 da tarde  
Blogger Vítor Leal Barros said...

podias podias, ou podes podes? como li há pouco, um dia de cada vez

12:22 da manhã  

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