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31.5.06

... e também tenho andado um bocado mais devagar, devagar, que cena ver-te pá.
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26.5.06

sorte

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já quase se me esquecia o quanto sabem bem os copos no bar do comboio a passar entre as montanhas e os rios, lugares de casas iluminadas ao fundo onde moram pessoas que fazem montes de coisas num tempo lento e esticado, morno, sentadito naqueles sofás redondos de mesa no meio a lembrar o snack bar americano de estrada, um gajo parvo que há sempre um gajo parvo a contar anedotas pseudo porcas para ver se choca a negra que se entretém sózinha com as latas mornas de superbock que esvazia, vivida, bela, esperta, o comboio a parar entre um monte e um lagozito sujo, o sol a cair no horizonte, foda-se que momento pá, silêncio, no altavoz o pica avisa que por causa das agulhas somos forçados a parar, lindo pá lindo, até se acabaram as anedotas ao gajo claro que pouco resiste áquele quadro de repente quieto, pois já sei é só chapadas também se anda cá muito a ver se dessas coisas mais espreitam espraiam na pele a marca viva da vida.
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20.5.06


stalker - andrei tarkovsky
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18.5.06

sei lá pá

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normalmente ando com o rádio do carro no mais ou menos alto e bom som de uma estação de música clássica, a oxigénio anda uma seca, que é também bom para pensar e remar contra a maré do stress de não poder acelerar à vontadita, estrada aberta, e tudo a desatinar lá fora. foi há bocadito que estava parado num sinal vermelho, côr bonita, carrego no 3 e levo uma chapada antiga chamada in a manner of speaking dos tuxedo moon. fui logo ali ao lado sentar-me a fumar um cigarrito e pensar em coisas sérias, o trânsito lá continuou, estúpido, bela boleia a minha sim senhor. a whole new perspective on the day quase como quando um gajo era puto e fumava um belo charro logo de manhã na cama por caussa das tosses.
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16.5.06

sentar não é o mesmo que cair


podes esperar muito se esperares pouco, essa tua sede mata a fonte e seca o rio. no momento em que perceberes mesmo o pouco que determinas verás que na tua direcção surge não o que queres mas o que necessitas, nuance pertinente, horizonte em branco .

acho que me repito.

somatório psicossomático resumido :

tu tu tu tu tu tu

tinha saudades do que não conhecera, no rasgo vislumbre enorme a sombra infinita, iluminada, lá estás tu, lá estás tu, lá estás tu .

só quem fuma pode falar do fumo, e ainda assim quase sempre pouco ...

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14.5.06


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11.5.06

o porreiro da autoestrada é que é um não-lugar que nos leva a todo o lado por quase não-lugares, uma cobra longa a percorrer a vida connosco como sangue, parada a dar movimento, bela esgrima. claro que não tem nada a ver o lugar de condutor, conduzir, com o lugar do morto, acompanhar mais ou menos, ou com um lugar atrás, ser conduzido.

atrás a grande velocidade pela noite dentro os momentos de contemplação interior espelhados nas luzes da paisagem são interrompidos por um medinho fino quando o alcatrão ou uma rajada de vento faz balançar a (bela) máquina a recordar uma fragilidade explosiva, a potência de um momento final, as tragédias num sopro, tudo num segundo suspenso, (um negro suspiro). um gajo põe a vidita nas mãos de um maluco, todos os dias, vários dias, doidas vezes.

nem acredito muito nas respostas aos comments, digo agora o que não quer dizer que seja mesmo a sério, a não ser na perspectiva digamos sensivel, e claro que é outra escrita essa, daí um blog ser um blog, blá blá, blá. até convidava assim sem ser de repente uma data de malta blogueira para cafés vários, copitos, mesmo jantaradas e até coisas mais (!) íntimas. só pelo que escrevem quase, uma côr escolhida, uma curva rotunda. mas isso sou eu e isto é outra coisa, não sejamos coerentes na resposta ao assunto que os tempos estão fodidos, au contraire ...

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7.5.06

...


ponto um, amo o ponteirito da gasosa a roçar o cheio no volvaço, é de um grau de inspiração só suplantado pelo morno suspiro no retorno pouco amansado mas decisivo a casa, merda.

ponto dois, ando com uns sonhos tão amalucados que começo a acreditar numa paralela vivência interessante, não, isto era a tentar suavizar o ponto um, mais ou menos. merda.

ponto três, um gajo aguenta ainda assim muito mais coisas fodidas e sérias do que poderia pensar se bem que o grau de problemática começa a roçar o explosivo patético what´s next .
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3.5.06




Diane Arbus "Jewish Giant" para o Mácula.

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